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Criando Confiança na Comunicação

15 de setembro de 2016
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Judy Rodgers

“Para não sermos absorvidos pelo colapso, precisamos olhar para o que está emergindo” Com essa mensagem Judy Rodgers, fundadora do movimento IVE – Imagens e Vozes de Esperança, fundamentou seu discurso no Seminário “Criando Confiança na Comunicação”, que reuniu, no dia 8 de setembro, na Escola Superior de Propaganda e Marketing em São Paulo, 110 pessoas para dialogarem, com ela e os convidados Heródoto Barbeiro, jornalista e apresentador do Jornal da Record News e do portal R7 e Christina Carvalho Pinto, fundadora e presidente do Grupo Full Jazz de Comunicação, sobre a nossa atenção com a comunicação que nos chega.

Segundo a norte-americana Judy Rodgers, existem duas energias atuando hoje no universo: “Uma energia é descendente e manifestada por um sistema fraco, sendo visível nas mudanças climáticas, nas empresas, no processo político, na poluição da água e do solo. Mas há outra energia que é ascendente, construtiva e curativa e esta, por ser mais sutil, não é fácil de se ver”. Desse modo, Judy chamou nossa atenção “para não sermos absorvidos pelo colapso”, pela energia descendente, mas levarmos nossa atenção para o que está emergindo. Porém, para isso, “precisamos ser bons observadores”, reforça Judy.

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Heródoto Barbeiro

Sendo assim, para Heródoto Barbeiro “uma mente sossegada ajuda a fazer o melhor jornalismo, eu posso olhar para o código de ética e retratar melhor o que acontece na sociedade.” Barbeiro explicou que “quando minha mente está mais calma eu consigo me perguntar: Será que isso é verdade? Será que esse fato realmente aconteceu?” Segundo o jornalista, essa é a forma mais simples de construir confiança e obter a transparência nas notícias, pois “espalhar notícias na rapidez do mundo digital sem discernimento e sem checar a veracidade dos fatos causa mal-entendidos que afetam a confiança”. Sendo assim, “precisamos colocar rédea curta na mente”, concluiu.

Os nossos propósitos

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Christina Carvalho Pinto

“Escolhas duras devem ser feitas em tempos de crise, mas não podemos abrir mão dos nossos propósitos”, disse a presidente do Grupo Full Jazz ao se referir sobre os tempos que vivemos de grandes consumos. Christina Carvalho Pinto sustentou a reflexão desse novo olhar na comunicação, pela forma como nos defrontamos com o desafio de “não estimularmos o consumo do que faz mal à saúde das pessoas”. “Não julgamos, simplesmente deixamos de fazer o trabalho”, enfatizou.

Para ilustrar sua narrativa, Christina comentou sobre uma pesquisa onde 40% das pessoas responderam que a educação se faz através de processos midiáticos e 30% respondeu que são as escolas que educam. A constatação foi a de que a mídia é a maior educadora e, portanto, a pergunta que Christina colocou aos presentes foi “Estou educando ou deseducando?

Editando o mundo

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Tony Marlon e Paula Kim

Na segunda parte do evento, o jovem jornalista Tony Marlon abriu a discussão em torno da crise não ser de tecnologia e reforçou a exposição de Christina ao confirmar que temos uma crise de narrativa. Segundo ele, quando escolhemos uma palavra estamos editando o mundo. Sendo assim, Tony questionou sobre “o que acontece com as pessoas quando elas escutam a mídia? A pergunta é: Como podemos comunicar de forma que o impacto das nossas histórias impacte o mundo?” Quem respondeu a essa pergunta foi a cineasta Paula Kim, que relatou a experiência do processo de criação de um site de conscientização sobre transtornos alimentares em meninas de 10 a 13 anos. Porém, a conclusão dessa edição emergiu da plateia, com o questionamento: Como alguém pode falar de algo tão forte e de forma tão delicada?

O Diálogo “Criando Confiança na Comunicação” foi uma iniciativa do IVE – Imagens e Vozes de Esperança e da Organização Brahma Kumaris. A organização ficou a cargo da Abradi SP, BMofeoli, Ecos do Meio, Estúdio Boreal, Full Jazz, Ponte a Ponte, Radio Positiva e Reconectando Valores com apoio da ESPM e Startrek. O IVE nasceu em 1999 em Nova York a partir da reflexão sobre o impacto social que profissionais de comunicação exercem na sociedade mediante as imagens e palavras que escolhem transmitir no exercício da vida profissional.

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Equipe IVE SP

 

A galeria de fotos deste evento você encontra no fanpage do IVE.

 

Judy Rodgers chega ao Brasil

6 de setembro de 2016
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Norte-americana e especialista em comunicação e motivação de lideranças, Judy Rodgers chega ao Brasil para falar de uma mídia que restaure a confiança em tempos de ruptura. Ela passará por São Paulo e Minas Gerais para encontros com profissionais de comunicação e líderes empresariais

Judy Rodgers

“Queremos ver exclusivamente o mundo que está desmoronando ou colocar nossas luzes no novo mundo que está nascendo? Este é o poder da mídia, que pode colocar os refletores no que lhe interessa” Judy Rodgers

Judy Rodgers é diretora fundadora do Images and Voices of Hope (IVOH), uma organização de mídia global que visa reforçar o papel da mídia como uma força para resgatar a grandeza dos cidadãos e da sociedade. Ela vem ao país para falar sobre a importância de rever a narrativa em tempos de crise. Desde 2013, ela se debruça em uma reflexão profunda sobre o gênero da “Narrativa Restaurativa”, definida por alguns profissionais de mídia e acadêmicos norte-americanos como uma investigação honesta e sustentável que revela oportunidade em tempos de ruptura.

Ela será a palestrante internacional do Diálogo IVE “Criando Confiança na Comunicação”, que acontece na capital paulista no dia 8 de setembro e do Seminário Nacional “Comunicação Construtiva – criando narrativas em tempos difíceis”, em Igarapé, MG, de 9 a 11 de setembro. Neste, estará ao lado de grandes nomes da comunicação como João Paulo Cunha, Leila Ferreira, Ângela Carrato, Roberto Baraldi, Rafael Correa e Christina Carvalho Pinto.

Já na segunda-feira, dia 12, fundamentada na técnica conhecida como Appreciative Inquiry,  Judy realizará palestra exclusiva, com o tema “Liderança que inspira resiliência e faz a diferença“, fechada para convidados das empresas ArcelorMittal, FCA e Vale.

 QUEM É JUDY RODGERS

Há mais de 15 anos, trabalhou em empresas de comunicação (Twentieth Century Fox, CBS, Video Publishing House) traduzindo as ideias de autores e líderes do pensamento em filmes. Em 2003, tornou-se a diretora-fundadora do Centro de Negócios como Agentes de Benefício Mundial da Case Western Reserve University.

Em 2009, foi coautora do livro sobre altruísmo intitulado “Algo Além da Grandeza” e publicado no Brasil pela Editora Integrale. Trabalha como consultora e treinadora com base em narrativas fortalecedoras para criar mudança individual e de todo o sistema.

Ela é uma consultora de prestígio internacional, trabalhou durante anos no MIT e depois com o professor David Cooperider, e colaborou no desenvolvimento da técnica conhecida como Appreciative Inquiry, um processo de desenvolvimento corporativo de engajamento de stakeholders em processos de mudanças. É uma técnica baseada na ideia de que as organizações e instituições mudam em função das perguntas que se fazem, conseguindo, através deste método, revelar habilidades e potencialidades ocultas pelos problemas e dificuldades do cotidiano.

Atualmente, Judy Rodgers é a diretora fundadora da Images and Voices of Hope (IVOH), uma organização midiática global que busca fortalecer a mídia como um poder positivo. Desde 2013 ela tem coordenado uma pesquisa sobre narrativas restauradoras no âmbito do IVOH, com sede no estado de Nova York, EUA.

Há 20 anos utiliza a meditação Raja Yoga como uma ferramenta para investigar como a qualidade da consciência afeta os pensamentos, visão e experiência do mundo. Judy dá suporte a vários projetos internacionais da Organização Brahma Kumaris e vive em Catskill, estado de Nova York.

O QUE JUDY PENSA SOBRE:

Mundo

“A história nos conta que colapsos – pequenos e grandes – são catalisadores para o surgimento de uma nova ordem mundial. Eu acredito que as sementes do novo mundo estão vivendo em meio ao caos e cacofonia do velho. Cabe a nós desenvolvermos a capacidade de vê-las pelo que elas são.”

Imagens negativas
“Imagens negativas podem rasgar o tecido da nossa complacência e introduzir uma consciência súbita que nos move para a ação. No entanto, embora uma imagem negativa possa ser um poderoso agente de transformação, um fluxo excessivo de imagens negativas tem o efeito oposto de entorpecer quem vê e de nos fazer recuar em medo e desamparo.”

Imagens e Vozes de Esperança – IVE
“O IVE nos dá uma oportunidade de nos reunirmos para refletir sobre o impacto das nossas mensagens e imagens e sobre o que poderíamos fazer coletivamente se nós pensássemos na mídia e nas artes não meramente como negócios, mas como agentes para o benefício do mundo.”

Mídia
“Se a mídia tem a capacidade de contribuir para a violência, raiva e medo do passado, ela certamente tem a capacidade de contribuir para a paz, compaixão e coragem no futuro. Este tipo de mudança não acontece através de proclamação. Ela acontece porque milhares de artistas, profissionais da mídia e jornalistas assumem um compromisso de dedicar a si e seu trabalho a serem agentes de benefício para o mundo.”

Narrativa restaurativa
“A narrativa restaurativa é invocada em momentos de trauma no qual as pessoas tenham perdido algo ou tudo – seu senso de autovalor, conexão com a comunidade, sentimento de proteção, esperança no futuro. É isso que esperamos restaurar.”

O que é o IVE?​

O IVE surgiu em Nova York em 1999, a partir da reflexão sobre o impacto social que homens e mulheres de comunicação exercem na sociedade mediante as imagens e palavras que escolhem transmitir no exercício da vida profissional. O IVE incentiva diálogos entre pessoas das mais diversas áreas da comunicação a encontrarem caminhos para uma mídia de soluções e de transformações benéficas para o mundo.

A pergunta que engaja os participantes é: Que impacto o meu trabalho está criando na mente e nos sentimentos do leitor, do espectador, do consumidor? Não se trata de superficialidades – fingir que as coisas ruins não acontecem. É sobre cultivar os espíritos que têm a qualidade da compaixão e generosidade, e a visão que pode mostrar o que há de melhor no mundo – mesmo em situações difíceis.

O IVE foi criado como uma iniciativa da Brahma Kumaris World Spiritual Organization, do Center for Advances in Appreciative Inquiry e da Visions of a Better World Foundation. O IVE é promovido globalmente pelo Images & Voices of Hope e no Brasil pela Organização Brahma Kumaris.

SERVIÇO 

Diálogo IVE “Criando Confiança na Comunicação” com Judy Rodgers
Local: Auditório Aylza Munhoz, ESPM
Rua Joaquim Távora, 1240, São Paulo
Data: 8 de Setembro
Horário: das 9h30 às 13h
Iniciativa: Imagens e Vozes de Esperança e Organização Brahma Kumaris
Organização: ponteAponte, Ecos do Meio, ABRADI SP, Rádio Positiva, Estúdio Boreal, Belise Mofeoli, Reconectando Valores
Apoio: ESPM e Startrek
ESGOTADO! Inscrições abertas para acesso virtual (webnário)

 

Seminário Nacional “Comunicação Construtiva – novas narrativas em tempos difíceis” 
Local: Hotel Fazenda Igarapés/MG (a 45 km de Belo Horizonte)
Data: 9, 10 e 11 de setembro
Realização: Imagens e Vozes de Esperança e Organização Brahma Kumaris
Apoio:  Sindicato dos Jornalistas de Minas Gerais, Revista PON, Gravasom, Árvore Comunicação e Hotel Fazenda Igarapés
Informações: iveminasgerais@gmail.com / (31) 9 9957-1088
ÚLTIMAS VAGAS! INSCRIÇÕES ONLINE

 

Palestra: “Liderança que inspira resiliência e faz a dirença
Dia 12 de setembro
Evento exclusivo para líderes da ArcelorMittal, FCA e Vale – fechado para convidados

Comunicadores de todo o Brasil vão se reunir em Minas Gerais em um seminário por uma comunicação mais construtiva. Participe!

18 de julho de 2016
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A rede internacional Images and Voices of Hope (IVOH) comunica que, a exemplo do encontro realizado em Nova York anualmente, acontecerá em Minas Gerais o “Seminário IVE Brasil”, um diálogo internacional sobre comunicação e o papel transformador da mídia.

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PROPÓSITO DO EVENTO

O objetivo principal do seminário será promover um diálogo inspirador e transformador entre profissionais de mídia de variados tipos e veículo, além de artistas, escritores e cineastas.

O encontro propiciará aos participantes compartilhar histórias e experiências e refletir sobre os impactos que as mensagens têm sobre as comunidades. Um dos temas que será abordado será a narrativa restaurativa, uma nova abordagem que se concentra em contar histórias de recuperação, restauração e resiliência em tempos difíceis.

Um dos exemplos será a respeito da cobertura da mídia sobre a tragédia ocorrida na região de Mariana – MG, em 2015, quando pessoas morreram, comunidades e biomas foram afetados, e cidades foram destruídas após o desmoronamento de uma barragem da mineradora Samarco. Como produzir narrativas construtivas em situações como essas?

A comunicação em tempos difíceis no ambiente corporativo, nas artes, na literatura, na publicidade e propaganda também serão abordados.

A QUEM SE DESTINA

O evento, destinado às pessoas das áreas da comunicação, artes e demais interessados em refletir sobre o papel da mídia e de como gerar conteúdos construtivos em diferentes contextos, contará com a ilustre presença da fundadora e coordenadora da rede internacional: Judy Rodgers.

O público principal será de jornalistas, relações públicas, radialistas, fotógrafos, designers, publicitários, produtores de conteúdo multimídia, comunicólogos em geral, além de artistas, escritores e cineastas.

 

logo_hfi   Tema: “Comunicação Construtiva – Novas narrativas em tempos difíceis”

   Quando: 9, 10 e 11 de setembro de 2016

    Onde: Hotel Fazenda Igarapés/MG (a 45 km de BH, próximo a Inhotim)

Valor do investimento (INCLUÍDO hospedagem em quarto duplo e alimentação natural): R$ 590 à vista ou R$ 600 parcelado

Mais informações através do e-mail iveminasgerais@gmail.com ou do celular (31) 9 9957-1088

 

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Caso prefira, você pode:


 

PALESTRANTES  CONFIRMADOS

 

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Judy Rodgers é a diretora fundadora do IVOH – Images and Voices of Hoje. Durante mais de 20 anos, trabalhou em diversos veículos de comunicação norte-americanos. Desde 1997 é consultora independente, enfatizando o poder do diálogo para apoiar a inovação social e individual, a mudança em toda a comunidade e todo o sistema. Seu foco principal hoje é o constante estudo sobre a dimensão interior da vida e a maneira como a nossa consciência afeta a nossa visão e nossas ações no mundo.   

 

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LEILA FERREIRA  

Leila Ferreira é formada em Letras e Jornalismo, com mestrado em Comunicação pela Universidade de Londres. Foi repórter da Rede Globo Minas e durante dez anos apresentou o programa Leila Entrevista, na Rede Minas e TV Alterosa, por onde passaram 1,6 mil entrevistados. É autora best-seller dos livros Viver não dói, A arte de ser leve e Mulheres: por que será que elas…?, publicados pelo selo Principium da editora Globo Livros.

 

 

j-pauloJOÃO PAULO CUNHA  

João Paulo Cunha, jornalista que representa uma forte tradição humanística no jornalismo mineiro. Formado em filosofia, psicologia e jornalismo, é um dos profissionais mais respeitados, articulador de amplo diálogo com a universidade, trazendo para o jornalismo espaços de reflexão e promovendo leituras críticas e aprofundadas sobre a cultura. No jornal Estado de Minas, era editor-chefe do “Caderno de Cultura”, do “Caderno de TV”, do “Divirta-se” e do suplemento “Pensar”, que circula aos sábados. Sua coluna, “Olhar”, era leitura obrigatória para intelectuais, artistas e todos os leitores que cultivam o texto crítico, o olhar aprofundado sobre os mais variados temas do pensamento brasileiro. 

 

  angelaÂNGELA MARIA CARRATO DINIZ  

Ângela Carrato é jornalista, mestre e doutora em Comunicação pela Universidade de Brasília (UnB). Possui também formação em Psicanálise.Foi professora da Pontifícia Católica de Minas Gerais (PUC-MG) de 1983 a 1986. Implantou e dirigiu a sucursal do Diário do Comércio em Brasília. Desde 1989 é professora do Departamento de Comunicação Social da UFMG. Dirigiu a Fundação TV Minas, Cultural e Educativa (Rede Minas de Televisão), tendo acumulado no período (2003-2005), sua direção de Programação. Coordenou a Comunicação do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (2006-2010). Ficou em segundo lugar no Prêmio Internacional América do Sul (2005), promovido pelo Ministério das Relações Exteriores do Brasil e pela Fundação Alexandre de Gusmão, sobre o Tema Integração da América do Sul. No momento dedica-se ao projeto de Ensino, Pesquisa e Extensão Estação Liberdade e ao blog de mesmo nome.   

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CHRISTINA CARVALHO PINTO  

Christina Carvalho Pinto é uma das maiores lideranças na criação de novas visões para marcas e para o universo da mídia, aliando o poder das ideias ao poder da consciência. Empresária, estrategista, comunicadora e, acima de tudo, revolucionária.   Primeira mulher na América Latina a presidir um mega grupo multinacional, o Grupo Young & Rubicam, que liderou como sócia durante sete anos. Presidente e sócia do Grupo Full Jazz de Comunicação. Líder da plataforma multimídia Mercado Ético, sobre sustentabilidade.    

 

baraldiROBERTO BARALDI  

Roberto Baraldi é jornalista desde 1980. Foi repórter e editor dos jornais Diário do Grande ABC, O Estado de São Paulo, Gazeta Mercantil e Gazeta Mercantil Latino-Americana. Foi editor-associado da Editora Brazil Now, especializada em publicações sobre o Brasil para o exterior. Foi assessor de imprensa do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome e atualmente coordena a Assessoria de Imprensa e Produção de Conteúdos da Fiat Chrysler Automobiles para a América Latina. É diretor do Capítulo Minas Gerais da Associação Brasileira de Comunicação Empresarial (Aberje).      

 

RAFAEL ARAUJO  

Jornalista, com especialização em Gestão de Negócios pela Fundação Dom Cabral. Fundador e Diretor Executivo da Árvore Gestão de Relacionamento, agência de relações públicas. É um defensor do relacionamento com comunidade como ferramenta de engajamento entre empresas e seus stakeholders.        

 

 

PARTICIPAÇÃO VIRTUAL   

 

downloadANDRÉ TRIGUEIRO   André Trigueiro é repórter na Rede Globo, professor e escritor. Autor dos livros “Mundo Sustentável 2 – Novos Rumos para um Planeta em Crise” (2012) e “Mundo Sustentável – Abrindo Espaço na Mídia para um Planeta em transformação” (2005), “Espiritismo e Ecologia” (2009), “Viver é a Melhor Opção – A prevenção do suicídio no Brasil e no Mundo” (2015) e coordenador editorial e um dos autores do livro “Meio Ambiente no século XXI” (2003). É editor-chefe do programa semanal “Cidades e Soluções” , exibido na Globo News desde outubro/2006. É comentarista da Rádio CBN desde 2003, onde apresenta aos sábados e domingos o quadro “Mundo Sustentável”.  

 

 

PROGRAMAÇÃO  (sujeita a mudanças e/ou adaptações)

SEXTA-FEIRA, 9 DE SETEMBRO

18h // Credenciamento e boas vindas
19h30 // Jantar de confraternização 
20h30 // Palavras de boas vindas – Judy Rodgers

​SÁBADO, 10 DE SETEMBRO

7h30 // Meditação conduzida (opcional)

8h // Café da manhã

9h // PAINEL – NARRATIVAS RESTAURATIVAS – Judy Rodgers
10h45 // Intervalo – lanche
11h // Reflexões em grupos
12h30 // Almoço

Intervalo para recolhimento ou atividades de lazer​

15h // PAINEL – NOVAS NARRATIVAS EM TEMPOS DIFÍCEIS

15h // João Paulo Cunha – A mídia no Brasil
15h30 //  Estudo sobre a cobertura jornalística da tragédia de Mariana – Ângela Maria Carrato Diniz
15h45 // Relatos de jornalistas convidados sobre a cobertura da tragédia de Mariana
16h10 às 17h // Debate
17h // Entrega Reconhecimento IVE
17h30 // Intervalo – lanche
18h30 // Leila Ferreira – Palestra: Inspirações para novas narrativas
20h // Jantar​

DOMINGO, 11 DE SETEMBRO

7h30 // Meditação conduzida (opcional)

8h // Café da manhã​

8h45 // PAINEL – COMUNICAÇÃO CONSTRUTIVA​

Christina Carvalho Pinto (publicidade)
Roberto Baraldi (comunicação corporativa)
Rafael Araújo (relações públicas)
Revista Sorria (revista impressa)

Experiências IVE
André Trigueiro (participação gravada)
dentre outras

10h15 // Breve intervalo – café
10h30 // Diálogo apreciativo
12h // Reflexão final com Judy Rodgers
12h30 às 13h // Encerramento
13h // Almoço e despedidas

 
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Caso prefira, você pode:


 
IVOH = IVE
No Brasil, o IVOH é conhecido como IVE – Imagens e Vozes de Esperança. Um movimento que reúne comunicadores e artistas que buscam a construção e o incentivo de mídias que contribuem para uma visão mais apreciativa e equilibrada sobre os acontecimentos do mundo.
O IVOH foi fundado em Nova York, em 1999, através da iniciativa da jornalista americana Judy Rodgers, por meio do apoio da Brahma Kumaris Word Spiritual Organization, do Center for Advances in Appreciative Inquire e da Visions of a Better World Foundation.
 
MISSÃO DO IVE
A missão do IVE é fortalecer o papel da mídia como agente de benefício do mundo. Para isso, provoca diálogos e formações para os profissionais da mídia, para que reflitam sobre as escolhas que fazem ao produzir mensagens, notícias e informações que atingem e impactam, de diferentes formas, toda a sociedade. Assim, pretende gerar conteúdos construtivos que contribuam para elevar a confiança pública nas alternativas e soluções para os problemas da sociedade e amplificar a esperança humana para ações que promovam a justiça e a paz social.
 

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Em visita ao Brasil, Judy Rodgers participa de palestra em São Paulo e seminário em Minas Gerais

4 de julho de 2016
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judyAs transformações da relação do público com os meios de comunicação, impulsionadas pela tecnologia e pela demanda crescente por transparência, ética e justiça, têm provocado inúmeras reflexões quanto à confiança na comunicação. Além disso, em tempo de redes sociais, somos cada vez mais responsáveis individualmente sobre o que e como publicamos nossas informações. No entanto, as grandes mídias ainda exercem grande impacto na sociedade pela como forma como atuam.

Por esta razão, Judy Rogers (ex diretora de programação da CBS/Fox Video e co-fundadora do Images and Voices of Hope – ivoh) terá um encontro com a publicitária Cristina Carvalho Pinto e o jornalista Heródoto Barbeiro na cidade de São Paulo, no qual compartilharão suas experiências positivas em suas áreas de atuação e seus desafios no fortalecimento do papel da mídia como agente de benefício para o mundo. Junto a esses nomes, serão apresentados exemplos de iniciativas inovadoras que vêm imprimindo um modelo humanizado e transformador na forma de se fazer comunicação.

Será oferecido um espaço para um debate sobre a comunicação que busca ser honesta intelectual, moral e socialmente e, sobretudo, inspirar novas formas de relacionamento com as grandes mídias e redes sociais, para com união criar uma mudança positiva através do trabalho dos comunicadores.

O encontro é voltado especialmente para pessoas que exercem a comunicação, seja através dos canais tradicionais de mídia de rádio, TV e impresso, seja através das mídias digitais em rede. Serão reunidos profissionais de jornalismo, propaganda, artes e estudantes, e todos aqueles que sentem-se co-responsáveis por uma mídia mais construtiva e confiável.

Um chamado mais do que apropriado, urgente para a recuperação de uma comunicação confiável e conciliadora, que contempla e neutraliza os extremos, e que possa contribuir muito para tecer uma nova ordem democrática, transparente e ética em todos os ambientes nos próximos anos. O objetivo principal da iniciativa será apontar um caminho restaurativo para a narrativa social.

O evento acontecerá no dia 8 de setembro de 2016, em São Paulo, no Auditório Prof Aylza Munhoz – ESPM, Rua Joaquim Távora, 1240 – Vila Mariana, das 10h às 13h.

Nos dias 9, 10 e 11 de setembro, Judy ministrará seminário nacional em Igarapé, próximo a BH.

SERVIÇO

Diálogo IVE
Criando Confiança na Comunicação
Experiências de comunicação transformadora
Quando:
8 de setembro
Onde: 
Auditório Prof Aylza Munhoz – ESPM, Rua Joaquim Távora, 1240 – Vila Mariana. São Paulo, capital
Horário:
10h às 13h
Evento gratuito. Necessário se inscrever online

 

Por uma mídia que traga empatia, engajamento e resiliência em tempos difíceis

9 de março de 2016
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Profissionais de diversas áreas (Economia, Jornalismo, Artes, Cenografia, Engenharia, Administração, Biologia, Marketing) se reuniram nos dias 28 e 29 de novembro de 2015 para refletir sobre o tema “Narrativa Restaurativa (NR) – como resgatar o humano de todos os lados da estória” que expressa fortalecimento, possibilidade e revitalização em tempos de ruptura. O encontro aconteceu na Vila Serra Serena  – sede de retiros daOrganização Brahma Kumaris  em Serra Negra, SP.

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Participantes do retiro

Utilizando o diálogo apreciativo e a meditação como ferramentas, as facilitadoras Rosa Alegria e Ana Lúcia de Castro guiaram a conversa durante o fim de semana. Rosa é mestre em Ciências em Estudos do Futuro pela Universidade de Houston, vice-presidente do Núcleo de Estudos do Futuro da PUC/SP, mobilizadora do IVE desde 1999 e co-fundadora do Movimento Midia da Paz. Ana Lúcia é coordenadora da escola da Brahma Kumaris em Laranjeiras (RJ), experiente professora de Raja Yoga e ponto focal do IVE na capital carioca.

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Para Rosa a NR é um conceito em construção, mas existem palavras que podem expressar seu significado. São elas: restauração, esperança, empatia, engajamento, resiliência e futuro. Para isso é preciso um olhar diferente que traga mudança na comunicação tradicional. É preciso sair do estado de caos, trauma, desolador para um estado de resiliência e empatia. As pessoas não são apenas consumidoras de conteúdo. A NR mobiliza a fazer bater o coração, a coparticipar. Rosa citou o sociólogo Fred Polak: “a ascensão e queda das culturas foram consequências de suas imagens de futuro. Imagens positivas fizeram florescer as culturas, imagens decadentes fizeram destruí-las.”

A NR é orientada na direção do futuro, traz esperança, nutre sonhos e abre caminhos para escolhas. Enquanto a maioria das histórias dá foco ao que foi e ao que nos trouxe até aqui, a narrativa restaurativa dá atenção ao que está por vir. Busca soluções para o conflito e os desafios apresentados. Procura investigar como as pessoas respondem.

O ser e a mídia 

Ana Lúcia ressaltou que o preparo interno antecede a mudança que queremos promover. Ela fez as seguintes perguntas ao grupo: Quem pensa, fala e atua? Quem critica e elogia? Quem conecta, desconecta e reconecta? Quem sou eu e quem é você? Segundo Ana Lúcia, precisamos ir além da superfície para entendermos a alma e a matéria, a consciência de ser o ator e o personagem. Aquele que cria, e seu reflexo, a luz e a sombra.

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Ela relembrou as palavras de Dadi Janki, coordenadora mundial da Brahma Kumaris, que recentemente completou 100 anos: “Os seres humanos criaram o mundo como ele está hoje. Portanto, está em nossas mãos mudá-lo, caso este seja nosso desejo. Tudo depende da nossa consciência, dos nossos corações.”

E qual o papel da mídia – só informar ou ser um agente de transformação? Como resgatar o humano de todos os lados da estória, se me desconheço? E, em vez de ser o jogador me torno a bola? Estas questões foram aprofundadas e vivenciadas durante o retiro.

O que mudou no mundo e no IVE?

O grupo foi inspirado a fazer um brainstorm sobre o que mudou no mundo em 16 anos de IVE. Em 1999, o mundo ia acabar mas não acabou. Em 2000, surgiu o Google, a informação imediata, o Wikipédia. Em 11 de setembro de 2001, houve o choque que abalou o mundo. A guerra no Iraque e Afeganistão; as redes sociais e o jornalismo digital em 2005; a devastação ambiental e o aquecimento global (Al Gore) eram verdade; os desastres ambientais (Tsunami, Katrina); a morte de Tim Lopes; smartphones; a era da colaboração; diversidade e intolerância; crime organizado; morte do Toninho do PT em 11 de setembro de 2011; morte do Prefeito de Campinas. Hoje estamos (quase) todos conectados, mas temos medo. Vivemos na correria. Experimentamos seca e escassez. O mundo colaborativo se tornou uma realidade. Buscamos o sentido da vida.

O IVE, que nasceu em meados de 1999, foi uma semente no caos. Nessa época, o IVE colocava o foco no que floresce, no construtivo. Buscava inspirar a mídia a ter mais equilíbrio ao noticiar e acabar com a crença que só notícia ruim vende. Era a onda das “boas notícias”. E Judy Rodgers, diretora fundadora do movimento, dizia: “Será que a mídia só tem que dar a notícia? Não, ela tem que transformar.” E para transformar é preciso um olhar mais apreciativo sobre o que está acontecendo ao nosso redor. Ressaltar as histórias de esperança, porque elas existem.

No entanto, a intensidade crescente dos fatos pediu uma nova reflexão sobre como narrar histórias de grande impacto, e até traumáticas, com uma perspectiva restauradora e resiliente. Nesse contexto, desde 2012, o IVE tem explorado o significado e a aplicação da NR na mídia.

O que o grupo pensa sobre a NR?

Na NR você se põe no lugar do outro e considera o princípio do presente alongado. Não apenas relata o fato, mas acompanha os desdobramentos e principalmente como os protagonistas da história conseguiram se recuperar do trauma. Eu vou aprofundar sua história. Eu me coloco no lugar do outro. Existe uma narrativa e existe um ser que tem o poder de transformar.

O jornal deveria ser o guardião dessas histórias. E o que é comum nessas histórias? (1) O poder de transformar. (2) As biografias pessoais e públicas. (3) O jornalismo investigativo, que deve ser preservado. (4) Os impactos em longo prazo. (5) Não estereotipar a comunicação. (6) Suspender o julgamento.

O grupo concluiu que a NR vai muito além da mídia quando consideramos que “todos nós somos mídia”. Somos mídia quando postamos nas redes sociais. Somos mídia quando contamos algo para alguém. E somos narradores restauradores quando conseguimos dar uma notícia triste para alguém sem destruir seu poder de agir.

 

Apesar do diálogo, os participantes ainda revelaram muitas duvidas sobre o significado e aplicação da NR. Uma série de perguntas foi então enviada à Judy Rodgers. Veja a seguir:

Grupo IVE: A narrativa restaurativa parece estar mais restrita ao jornalismo. Mas e sobre as outras categorias (publicidade, artes, comunicação, teatro, etc)? Como podemos aplica-la em outras expressões? Quais são elas?

Judy: Nós acreditamos que a narrativa restaurativa​ se aplica a qualquer gênero de mídia que tem um componente de narrativa. Este ano nosso programa de bolsas irá incluir outras mídias e teremos a chance de ver alguns exemplos de narrativa restaurativa em outras mídias.

Grupo IVE: O que eu quero restaurar?

Judy: A narrativa restaurativa é frequentemente invocada em momentos de trauma no qual as pessoas tenham perdido algo ou tudo – seu senso de autovalor, conexão com a comunidade, sentimento de proteção, esperança no futuro. É isso que esperamos restaurar.

Grupo IVE: Como queremos praticar isso?

Judy: A narrativa restaurativa é uma postura que um praticante de mídia teria no desenvolvimento da história que está no coração do seu trabalho. Para um indivíduo que tenha experimentado algum tipo de “retrocesso” ou crise isso poderia ser uma história interior na mente ou no coração.

​​Grupo IVE: E a nova mídia (mídias sociais)?

Judy: Pesquisas sugerem que as mídias sociais, em particular, favorecem posturas restaurativas em suas mensagens.

Grupo IVE: Se considerarmos a narrativa restaurativa como uma atitude, sua aplicação poderia ser expandida?

Judy: É claro. ​

Grupo IVE: Como a narrativa restaurativa é considerada no Images and Voices of Hope? Seria uma ferramenta? Uma causa? Uma campanha? Uma filosofia? Uma técnica?

Judy: A narrativa restaurativa pode ser mais bem entendida como uma plataforma para abordar narrativas ou histórias. Uma vez que a mídia está no negócio de contar histórias, ela é útil para aqueles da mídia como uma abordagem para o desenvolvimento de narrativas em seus trabalhos. Não é uma causa. Não é uma campanha. Eu não a vejo como uma ferramenta ou uma técnica. É uma forma das pessoas de mídia abordar seu trabalho.

Grupo IVE: Quem serão as vozes inspiradoras desse conceito?

Judy: Aqueles que encontram maneiras de trabalhar com histórias difíceis de forma que eles possam mover outros em direção a um senso de possibilidade, uma postura positiva e esperançosa diante do futuro serão as vozes inspiradoras. Os meios de comunicação que favorecerem essa postura para seus escritores, jornalistas, produtores também serão vozes inspiradoras deste conceito. ​

Grupo IVE: A narrativa restaurativa pode ser aplicada em eventos na área de marketing?

Judy: No grau que esses eventos na área de marketing tenham um componente de narrativa – tanto explícito ou sutil – isso pode ser aplicado ao marketing.

IVE

Imagens e Vozes de Esperança é um projeto internacional que inspira profissionais de mídia a ter uma visão mais apreciativa e equilibrada dos acontecimentos do mundo. Foi fundado em Nova York, em 1999, como uma iniciativa da Brahma Kumaris World Spiritual Organization, do Center for Advances in Appreciative Inquiry e da Visions of a Better World Foundation. O IVE é promovido globalmente pelo Images & Voices of Hope e no Brasil pela Organização Brahma Kumaris. 

“Queremos ver exclusivamente o mundo que está esmoronando ou colocar nossas luzes no novo mundo que está nascendo? Este é o poder da mídia, que pode colocar os refletores no que lhe interessa”  Judy Rodgers

31 de dezembro de 2015
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