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31 de dezembro de 2015
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Evento reúne jornalistas e artistas esta semana em BH

30 de outubro de 2015
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Narrativas restauradoras – uma nova perspectiva para a comunicação” é o nome do encontro que a rede IVE – Imagens e Vozes de Esperança promove no dia 1º de setembro, terça-feira, às 19 horas, na Casa do Jornalista. À frente do evento estará Débora Junqueira, jornalista com especialização em telejornalismo e gestão de políticas públicas para as mulheres.

O objetivo do encontro, explica Débora, é refletir sobre um novo gênero de jornalismo que se concentra em histórias de recuperação, restauração e resiliência em tempos difíceis. O tema é foco de estudos nos Estados Unidos, apoiado pelo Images and Voices of Hope (IVOH), uma rede internacional de comunicadores e artistas.

Débora é coordenadora de Comunicação do Sindicato dos Professores do Estado de Minas Gerais (Sinpro Minas), membro da coordenação do núcleo mineiro do Centro de Estudos de Mídia Alternativa Barão de Itararé, participante da rede Imagens e Vozes de Esperança (IVE Minas) e ex-diretora da Casa do Jornalista.

A entrada é franca. Confirme sua presença através da página do evento no Facebook.

Serviço:
Narrativas restauradoras – uma nova perspectiva para a comunicação
Data: 1º/09, terça-feira
Horário: 19 horas
Local: Casa do Jornalista, avenida Álvares Cabral, 400
Entrada gratuita.

Narrativa restaurativa é tema do retiro do IVE em Serra Negra nos dias 28 e 29 de novembro

28 de outubro de 2015
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Prezado comunicador(a),

Temos o imenso prazer de convidá-lo(a) para o retiro do Imagens e Vozes de Esperança (IVE) que será realizado nos dias 28 e 29 de novembro de 2015 na Vila Serra Serena  – sede de retiros da Brahma Kumaris localizada em Serra Negra, SP.

Em consonância com a reflexão que os profissionais do IVE estão promovendo nos Estados Unidos, o tema do retiro será:

Narrativa restaurativa – como resgatar o humano de todos os lados da estória. Esse novo tipo de narrativa expressa fortalecimento, possibilidade e revitalização em tempos de ruptura.

O objetivo do retiro é propiciar um mergulho sobre o significado da narrativa restaurativa utilizando o diálogo apreciativo e o silêncio como ferramentas. Desfrutaremos da alimentação vegetariana e de uma atmosfera muito propícia para recarregar as baterias.

Para conduzir esse diálogo teremos como facilitadoras:

Rosa Alegria é futurista, palestrante, pesquisadora e consultora. É vice-presidente do Núcleo de Estudos do Futuro da PUC/SP. Possui mestrado de Ciências em Estudos do Futuro da Universidade de Houston, Clear Lake. É também diretora da Perspektiva-tendências, cenários, estratégias. Mobilizadora e facilitadora do IVE desde 1999 e co-fundadora do Movimento Midia da Paz.

Ana Lúcia de Castro é coordenadora da escola da Brahma Kumaris em Laranjeiras (RJ) e experiente professora de Raja Yoga. Possui mais de 25 anos de prática de meditação e frequentemente conduz os retiros intitulados “Movimento da Criação” na Vila Serra Serena. Participa do IVE desde a chegada dessa iniciativa no Brasil. Organizou diálogos expressivos do IVE na capital carioca.

Hospedagem e alimentação

Brahma Kumaris é uma organização sem fins lucrativos. O valor mínimo sugerido de contribuição para ressarcimento das despesas de alimentação e hospedagem é de R$ 250,00  por pessoa pelo final de semana.   Todos os participantes terão as refeições no retiro, café da manhã, almoço, jantar e frutas nos intervalos.  Não há necessidade de pagamento antecipado ou depósito. 

Inscrição

As inscrições devem ser feitas através do link:http://www.bkumaris.org.br/Serra_Serena_Inscricao/Inscricao_Serra_Serena.aspx?idata=2015-11-27

Horários

A programação do retiro começará no sábado às 9h00 e terminará no Domingo às 13h00 com o almoço. Aqueles que puderem chegar na sexta são muito bem vindos. O horário de chegada na sexta é das 17h00 às 20h00

Local
Centro de Retiros Vila Serra Serena
SP 360 – Rodovia Serra Negra Lindóia, Km 155 – Serra Negra – SP

Mapa: https://bkserraserena.wordpress.com/localizacao/

Contato: retiroserraserena@br.brahmakumaris.org

IVE

O Imagens e Vozes de Esperança – IVE – é um projeto internacional que inspira profissionais de mídia a ter uma visão mais apreciativa e equilibrada dos acontecimentos do mundo. Foi fundado em Nova York, em 1999, como uma iniciativa da Brahma Kumaris World Spiritual Organization, do Center for Advances in Appreciative Inquiry e da Visions of a Better World Foundation. O IVE é promovido globalmente pelo Images & Voices of Hope e no Brasil pela Organização Brahma Kumaris.

Comunicadores refletem sobre o papel transformador da mídia

11 de setembro de 2015
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A rede Imagens e Vozes da Esperança de Minas Gerais (IVE Minas) realizou no dia 1º de setembro, o diálogo “Narrativas Restauradoras – uma nova perspectiva para a Comunicação”, com a jornalista Débora Junqueira, coordenadora de comunicação do Sindicato dos Professores (Sinpro Minas) e ativista do Centro de Estudos de Mídia Alternativa Barão de Itararé. O encontro foi realizado na Casa do Jornalista, em Belo Horizonte, e reuniu jornalistas, publicitários e estudantes de comunicação.

O objetivo do encontro foi apresentar e descrever as principais características deste novo gênero de jornalismo que se concentra em contar histórias de recuperação, restauração e resiliência em tempos difíceis. Esse é um tema em estudo nos Estados Unidos, apoiado pelo Images and Voices of Hope(IVOH), uma rede internacional de comunicadores e artistas. Em junho, a jornalista Débora Junqueira participou do encontro da Cúpula do IVOH, em Nova Iorque, onde divulgou as experiências positivas com as mídias do Sindicato dos Professores como a revista Elas por Elas e o programa de TV Extra-Classe.

2015-09-01-19-31-08Para a jornalista Maria Cecília Alvim, coordenadora do IVE Minas, a proposta do estudo contribui para uma formação mais educativa para a mídia, que nos faz repensar a nossa profissão, o impacto que causamos na sociedade e em nós mesmos quando contamos uma notícia. “Há muito mais histórias e imagens para mostrar. Não é só reportar o que acontece no mundo. O nosso papel é também promover mudanças, diálogos que possam inspirar as pessoas se transformarem positivamente, influenciando a transformação de outras pessoas”, afirmou.

Um dos princípios da rede é resgatar a verdadeira força da mídia como agente de transformação social e valorizar iniciativas onde os produtores de mídia têm um papel de agentes de benefício da humanidade. “A mídia deveria estar a serviço das causas comunitárias e não voltada para interesses pessoais ou de grupos econômicos e manipulação política. Há uma necessidade de crítica da mídia que chama a atenção para o que está errado e o que precisa ser melhorado, mas também há grande valor em mostrar conteúdos que atuam como uma força para a transformação da sociedade”, avaliou Débora Junqueira.

A jornalista compartilhou alguns aspectos do tema em estudo, explicando que uma narrativa restauradora é uma história que mostra como as pessoas e as comunidades estão aprendendo a reconstruir e recuperar depois de experimentar momentos difíceis como uma tragédia ou situação de pobreza, etc. “Estes tipos de narrativas, em vez de focar só no que está deteriorado, concentram-se no que está sendo reconstruído, levando às pessoas ou comunidade a uma ação positiva. Essas histórias podem ser contadas através do jornalismo, publicidade, documentário, fotografia e até em games”, explicou.

O grupo que participou do encontro foi convidado a fazer um diálogo apreciativo e expressar suas experiências com a mídia. “Esse compartilhar é importante como uma forma de ampliar nossas vivências e conhecimentos para a construção de uma mídia mais humana e empoderadora”, opinou a jornalista Adriana Borges.

Relacionamentos sustentáveis e o futuro que queremos

24 de outubro de 2014

“Relacionamentos Sustentáveis” é o tema da palestra que Jayanti Kirpalani – coordenadora da Brahma Kumaris nos países da Europa e Oriente Médio – ministrará em São Paulo, no dia 10 de Junho, às 19 h. O evento é gratuito e terá a participação especial da jornalista Leilane Neubarth; do professor Marcos Sorrentino e de Rachel Biderman, advogada, doutora em gestão pública e especialista em sustentabilidade.

 

A palestra acontecerá no no Auditório Di Cavalcanti do Hotel Intercontinental (Alameda Santos 1113). Mais informações pelo telefone 11-3864.3694 ou por e-mail: programasp@br.bkwsu.org

 

Logo em seguida, no dia 13 de junho, Jayanti (que também é e representante da Brahma Kumaris nas Nações Unidas em Genebra) estará em Belo Horizonte, ministrando a palestra “O futuro que queremos – alinhando consciência e ações”. O evento marca a celebração de 25 anos da BK em Belo Horizonte e 75 anos de atuação da BK no mundo. A palestra terá início às 20h e será realizada no Minas Tênis Clube 2 – Avenida Bandeirantes, 2323 – Mangabeira, BH. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas aqui.

No Rio, a palestra de Jayanti será no dia 20 de junho, no Teatro Baden Powell – que fica na Av. Nossa Senhora de Copacabana, 360. Para obter mais informações, basta escrever para riodejaneiro@br.bksu.org

Diálogo “Impactos da Mídia na Sociedade” reuniu estudantes e profissionais em BH

18 de setembro de 2014
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No dia 12 de setembro, no Teatro do Icbeu em Belo Horizonte, jornalistas e profissionais da comunicação de Belo Horizonte participaram de um diálogo internacional sobre a mídia e seus impactos na sociedade.

O evento foi promovido pela rede internacional Images and Voices of Hope (IVOH), no Brasil Imagens e Vozes de Esperança (IVE), com o apoio do Sindicato dos Jornalistas de Minas Gerais e da Associação Brasileira de Comunicação Empresarial (Aberje).

O diálogo contou com a presença de Gayatri Naraine. Instigaram o debate os jornalistas Roberto Baraldi, Ivana Moreira, Kerison Lopes, o designer Gustavo Greco, e também lideranças da rede IVE em Minas e da organização Brahma Kumaris.

ceciCecília Alvim, coordenadora do Ive Minas, abriu o evento enfatizando a importância de olhar para a realidade de frente, sem tentar disfarça-la ocultando ou ignorando fatos negativos. O problema levantado por todos os participantes foi a questão da mídia se direcionar apenas na difusão das notícias ruins. Durante a abertura do diálogo internacional, Cecília destacou que notícias ruins paralisam, desestimulam, deprimem. Entretanto, dependendo da forma como são transmitidas, podem ser os germes de esperança, a partir do momento em que sejam tratadas do ponto de vista da busca de reconstrução, criando mensagens restauradoras.

Com a tradução de Patrícia Schmidt, Gayatri Naraine destacou catástrofes ocorrem e que, enquanto a mídia mostra imagens repetidamente do fato e suas repercussões, grupos de pessoas se mobilizam em torno da superação e de como lidar com ela. “A mídia nos informa sobre as tragédias, o que é importante. Ela nos oferece números em torno delas, mas em pouco tempo se desloca para outras histórias. E negligencia quanto ao que é realizado em prol da superação daquela tragédia”, aponta. Segundo Gayatri, a mídia se esquece de nos contar o que é possível fazer a partir daquela história e perde a chance de oferecer o estímulo para a superação do trauma gerado em torno daquele acontecimento.

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Gayatri lembrou ainda que jornalistas e comunicadores, que são treinados dentro da ética, já começam a se preocupar com o resultado de seu trabalho. O questionamento em torno dos rumos que a mídia está tomando é um ponto que requer atenção constante, pois é preciso saber quem vai acreditar nessa mensagem que gera traumas. Partindo desta dúvida, o IVE se propõe a ajudar na construção de mensagens restauradoras, funcionando como um reestruturador de esperança.

O jornalista Roberto Baraldi destacou que é importante jogar os olhos no pós-tragédia, uma vez que ela pode ser um ponto de partida para a reconstrução de uma realidade melhor que a anterior.

Gustavo Greco lembrou que a solução de um problema se encontra dentro dele mesmo, na maioria das vezes. “A vida muitas vezes nos oferece uma lata de sardinha, como ingrediente. Cabe a nós, aprendermos a preparar os melhores pratos com ela”, incentivou.

Como diretiva para assegurar o espírito esperançoso dos tempos em que se escolhe a profissão de jornalista, o presidente do Sindicato dos Jornalistas, Kerison Lopes, sugeriu que o profissional sempre se lembre do que o fez escolher esta carreira. De acordo com ele, nos momentos de maior pressão e que podem desestimular a busca pela informação de qualidade, é fundamental que o indivíduo se recorde das suas motivações para estar ali.

Já a editora-chefe da revista Veja BH, Ivana Moreira, foi categórica ao afirmar que é possível sim edificar uma carreira construtiva, mesmo trabalhando nos veículos mais tradicionais. Segundo ela, tudo depende da habilidade de alinhavar uma narrativa equilibrada, que dê voz a todas as partes envolvidas no fato. Para isso, a editora destaca que é preciso ser repórter a todo o momento e procurar enxergar boas pautas nas diversas situações do cotidiano. “Nenhum editor, por mais tradicional que seja, deixa de publicar um material bem trabalhado e investigado pelo jornalista. Para isso, é preciso acreditar no que se está fazendo e dedicar um bom tempo na pesquisa e análise do material”.

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O diálogo foi encerrado com a participação da plateia fazendo perguntas e comentários. E a consolidação da proposta da reflexão em torno dos impactos que o trabalho do comunicador leva para o público. Enquanto a mídia se mantém presa à prática de apenas relatar a aspereza da realidade, ela funciona como elemento fomentador de traumas, desânimo, aprisionando a sociedade na ideia de que o mundo é ruim e não se pode fazer nada quanto a isso. A proposta do IVE é levar esperança para as pessoas através de narrativas reconstrutoras, a partir da constatação de que é possível estimular a os indivíduos a fazer coisas enriquecedoras, inspirando-os. Ninguém precisa ficar preso ao fato de que há coisas ruins. Pode-se ir além, quebrar barreiras e partir para tirar todas as lições que um episódio negativo pode oferecer.

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Fotos: Mark Florest

Texto: Zilda Assis