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Palavras Inspiradoras

27 de novembro de 2012

 Compartilhamos a carta enviada pela coordenadora mundial do IVE, a jornalista Judy Rodgers, aos comunicadores do IVE de Minas, por ocasião de um encontro realizado no dia 6 de novembro de 2012, em Belo Horizonte.

Inspirem-se com as palavras de Judy e conheçam o interessante projeto do qual ela fala, uma iniciativa de comunicadores no Butão, país situado na Ásia, entre a China e a Índia. Para isso, vejam a notícia da newsletter do Bhutan Centre for Media and Democracy.

…É bom sentir que somos parte de um intenso processo de mudança de paradigmas na mídia, e que estamos todos conectados em uma teia poderosa de transformação da realidade mundial.

Cecília Alvim – Jornalista/IVE Minas

Carta de Judy ao IVE

Olá a partir de Barcelona, aonde eu vim para um diálogo. Antes disso eu estava no Butão – “A Terra do Dragão do Trovão” – onde um grupo de comunicadores está tentando descobrir como uma nova imprensa livre pode apoiar a sua democracia muito nova (4 anos de idade). O Butão fez um compromisso nacional (ao adotar o indíce) Felicidade Interna Bruta (FIB), em vez do Produto Interno Bruto (PIB). Eles receberam muita publicidade sobre isso. Em 2012, a ONU declarou 20 de março como o Dia Internacional da Felicidade.

Butão está descobrindo que a sua nova imprensa está imitando a imprensa ocidental. Com isso, está tomando uma postura muito crítica em relação a muitas de suas novas infraestruturas que estão sendo criadas para apoiar o novo sistema baseado na Felicidade Interna Bruta (FIB).

A pergunta que eu fazia a eles era sobre como os jornalistas podem apoiar o surgimento de uma nova democracia com base na FIB e, nesse contexto, ser também jornalistas profissionais. Muitas das políticas e dos departamentos do Butão estão se colocando no lugar de dar suporte à sua democracia. Ainda estão se moldando, como “barro molhado”, recém-formado, ainda se firmando. Mas muitos na mídia acham que é seu papel fiscalizar essas estruturas democráticas.

De certa forma, todos nós enfrentamos as mesmas perguntas. Como pode nossa mídia ser vigilante sobre questões como a corrupção e, ao mesmo tempo, manter um diálogo público que continue esperançoso e construtivo. Eu sei que todos da comunidade IVE nos Estados Unidos estão muito interessados no que está se passando nas mentes daqueles que fazem mídia no Brasil, nas questões que parecem ser mais importantes neste momento no país que se tornou uma das sociedades mais vibrantes do mundo.

Por gentileza, deixem-nos saber o que está engajando vocês por aí, o que tem motivado e inspirado vocês.
Com amor, Judy.

Learning to Appreciate

OCTOBER 22-23: When we usually go about ‘solving problems’, we look at what’s going wrong. This negative, deficit-based framing, however, can lead to  negative outcomes. “Conflict and confrontation causes people to withdraw into themselves and does not provide a sustainable solution to problems,” explained Judy Rodgers, the founding director of Images and Voices of Hope.
Rodgers introduced methods of “Appreciative Inquiry” to a group of 24 journalist, civil servants, Constitutional Agencies and members of Civil Society Organisations during BCMD’s 2-day workshop.
Appreciative Inquiry is a method for strategic planning and change that is strength based and it is used to search for the best in people, their organisation, and the world around them. It is based on the understanding that positive images bring positive action. “There’s now a growing interest in positive psychology, and studies have shown that recognizing and building on strengths can drive positive change,” Rodgers argued.
In the workshop participants learned to use an appreciative lens to inquire into issues using a 4D cycle of ‘Discovery’, ‘Dream’, ‘Design’ and ‘Destiny’.
Workshop activities included:
  • Experimenting with brainstroming
  • Creating prototype ideas (E.g: how to design a public dialogue)
  • Creating and framing topics and then writing questions to bring out the best in people and ideas.
  • Having an open conversation about working from a position of strengths to sustain the achievements of Bhutan’s path.
At the end of the workshop, participants learned how to tackle problems by framing affirmative questions and how they can incorporate AI approach in their day-to-day life.
Kaka Choden, Vice-Principle of the Shaba High School stated that she learned about “…reframing problem statements into positive statements. I feel it is important because when issues are framed properly in a positive way, the issues can be addressed better and therefore positive responses.” Kaka and her teacher colleagues recognized how useful AI is in teaching and getting youth to talk in the class.
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